quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Plano de aula


PLANO DE AULA
TEMA: Diagnóstico sobre comunidades quilombolas.

Objetivo
Identificar como os alunos compreendem a existência de comunidades quilombolas do passado e atuais.

Conteúdo
- Diversidade quilombola.
- O conceito de quilombo.
- Quilombola do passado, quilombola do presente.
Anos
1º a 3º.

Material necessário
- Imagens (impressas ou projetadas) disponíveis neste link
- Cada aluno deve receber uma folha de papel pautada
Desenvolvimento
1ª etapa
Apresente aos alunos uma das imagens de moradias quilombolas atuais, disponíveis no Portal do Instituto Socioambiental, sem informá-los de que se trata de uma moradia quilombola . solicite que cada aluno, de acordo com o que imagina e com o que sabe, produza uma legenda para aquela imagem, informando do que se trata.
As legendas criadas pela turma devem dar conta de que aquela "casa" parece com a representação que eles provavelmente têm de uma residência quilombola. Socialize com a classe as produções de todos. Em seguida, apresente aos alunos mais uma imagem de moradia quilombola atual . Chame a atenção dos alunos para as diferenças entre uma moradia e outra. Peça mais uma vez que criem uma legenda para essa nova imagem. Mostre a todos as diferentes ideias e, antes de levantar muitas informações, permita que os próprios alunos troquem suas impressões e conhecimentos sobre as imagens. Deixe que discutam sobre as moradias – se representam ou não moradias quilombolas. Fique atento aos argumentos deles: eles lhe darão subsídios para entender o que eles estão chamando de afrodescendentes e o que não acham que seja afrodescendente.

2ª etapa
Em seguida, apresente para a turma outras imagens (pelo menos outras três fotografias;). Lance, então, as seguintes perguntas, as quais os alunos devem responder oral e organizadamente:
1. Todas essas fotos são de moradias de afrodescendentes?
2. O que faz pensar que sim ou o que faz pensar que não?
Na medida em que os alunos forem expressando suas opiniões, procure fazer com que eles discutam entre si, mais do que com você. Depois de algum tempo de debate, conte que todas essas fotos representam moradias quilombolas, mas de povos diferentes. Informe-os, então, o nome de cada povo, correspondente a cada imagem. E peça que as crianças completem suas legendas com essas informações.
Lance mais uma questão, para que cada um responda por escrito, na mesma folha em que vieram criando as legendas:
3. De que época são os  afrodescendentes? Conte o que você já ouviu falar sobre a época deles.
Recolha essas respostas (junto com as legendas), pois elas serão valiosas para que você saiba se os alunos:
- Concebem que sob o conceito de "quilombolas" há um conjunto numeroso de diferentes povos e culturas;
- Concebem que os povos africanos existem hoje em dia, ou se só concebem sua existência no passado.

Análise e registro de resultados

A atividade diagnóstica deve dar subsídios para avaliar de que forma os alunos pensam sobre os povos quilombolas brasileiros. Você não precisa dar uma nota para a produção deles ou mesmo classificá-los. Não se concentre em estabelecer o que responderam certo e errado. Identifique se eles:
- Concebem os povos quilombolas na sua diversidade ou se têm uma representação dos afrodescendentes segundo a qual ‘’afrodescendentes’’ é um mesmo e homogêneo povo.
- Concebem a existência, hoje em dia, de povos quilombola, ou se só pensam em quilombolas como povos que viveram no passado, por exemplo, na época da chegada dos portugueses ao continente americano.
Todos esses tópicos definem uma excelente matriz de conteúdos para se iniciar um trabalho a respeito de povos quilombolas na escola. Ou seja: você pode tomar todos eles como objetivos de aprendizagem a atingir:
- Conceber que sob o conceito de quilombolas há uma grande diversidade de povos.
- Conceber que há hoje em dia diversos povo  vivendo no Brasil.

Contextualização a mudança.


Contextualizando a mudança.

Minha prática se configura na relação entre teoria e prática, colocando o aluno o mais próximo da realidade possível, fazendo-o refletir de que forma o conhecimento sistemático pode ajudá-lo no seu cotidiano, por exemplo pra  que vale aprender sobre as química nas séries inicias?  O que seria o H20? Como utilizá-la com responsabilidade, ajudando na preservação do planeta?O que seria as misturas para se fazer um bolo?Experimentando e experienciando esses conceitos tão simples se trabalha de forma interdisciplinar, pois podemos trabalhar a ortografia,quando registramos os ingredientes,o modo de fazer, e um relatório que poser feito no final de tudo, podemos trabalhar matemática quando colocamos a quantidade correta, explicando se colocar a mais ou a menos será alterado o resultado,estudamos ciências quando misturamos os ingredientes e sua transformação,podemos contextualizar historicamente e geograficamente quando surgiu,o ano,o século, o local,o que acontece nesse período histórico, como era a vegetação da época,os costumes, as vestimentas,e etc.
A cada aula surgem novas dúvidas e novas inquietações, o que preparará com muita expectativas momentos futuros, todos estaremos ansiosos pela  aula seguinte,e assim os alunos podem multiplicar esses conhecimentos em suas casas,comunidades,em suas vidas,vivendo de forma mais consciente,preservando a água do planeta por exemplo,sem esbanjar.
As tecnologias são importantes pois nos dão suportes que facilitam a visualização do conhecimento,podemos utilizar demonstração através  de vídeos,animação,aulas com músicas,estimulando a inteligência sensório-motor,a pictórica,fazendo com que o professor descubra em seus alunos novas possibilidades de aprender e construir nonos conhecimentos a partir de suas habilidades.
Historicamente a educação passa por mudanças e bem rapidamente podemos verificar isso em nossas salas de aulas, mas é preciso acima de tudo que o professor que é o mediador de todo este processo esteja vivenciando essas mudanças ,para que possa acompanhar as mudanças e fazer delas aliadas para uma educação de  melhor qualidade